Dez aviadoras que você precisa conhecer

Em comemoração ao 08 de Março (Dia Internacional da Mulher), apresentamos um breve histórico de mulheres que pilotam acrobacia aérea a mundo afora.  Os critérios usados para selecionar os perfis foram principalmente o de terem reconhecimento público e notório e o de estarem voando nos dias atuais. A lista está em ordem alfabética, e ao lado do nome está a bandeira do país ao qual pertencem.

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    french_flag1 AUDE LEMORDANT

Aude Lemordant é francesa, começou a voar planadores em 1998, e após dois anos de volovelismo brevetou-se como piloto privado. Dando continuidade à carreira aérea, passou a dar instrução no Aeroclube de Savoia, e em 2004 se tornou piloto de linha aérea, na  Air France. Em 2005 participou de seu primeiro campeonato de acrobacia aérea, e no ano seguinte já começou a atingir as primeiras colocações nos campeonatos nacionais. Entre 2008 e 2009 atingiu 4 primeiros lugares nas competições, e com isso foi selecionada para fazer parte da “Equipe da França”, categoria “Unlimited”, que é a seleção dos pilotos que recebem melhor pontuação na categoria mais difícil dos campeonatos, e com isso passou a voar também em competições internacionais. Atualmente trabalha pilotando Boeing 777 na Air France e voa acrobacia em avião modelo Cap-232, com o qual participa dos campeonatos e demonstrações.

Aude Lemordant – apresentação (em inglês)

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usa     DEBBY RIHN-HARVEY

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Deborah Jean Rihn-Harvey, nascida no Nebraska, é aviadora de três gerações: em 1920 seu avô fabricou o primeiro avião comercial do estado americano de Omaha, e seu pai começou a ensiná-la a voar desde a adolescência. Iniciou-se também na prática de acrobacia aérea, e de 1984 até 2009 participou de diversos campeonatos. É o membro mais antigo da equipe americana (categoria ilimitada), e por 14 vezes representou seu país nas competições. Recebeu medalhas e vários títulos regionais, e, como um tributo a suas diversas realizações, em 2003 teve seu nome introduzido no Texas Aviation Hall of Fame. Em 2009, recebeu o Troféu Mike Murphy, fazendo dela uma das maiores concorrentes no ranking nos Estados Unidos.

Atualmente Debby é comandante de avião comercial na Southwest Airlines. Além das muitas horas de prática acrobática para competições e shows aéreos, ela também é dona de uma escola de voo, a Harvey & Rihn Aviação, que atrai pilotos de todo o mundo. Debby também faz parte do Conselho Internacional de Airshows e é Examinadora de Voo da FAA.

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 portugal       DIANA GOMES DA SILVA

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Divulgação

Considerada a primeira mulher portuguesa a praticar acrobacia aérea, Diana Gomes da Silva é conhecida internacionalmente por suas demonstrações no seu Pitts vermelho e branco. Só no biênio 2011/2012 estima-se que tenha voado perante mais de 1 milhão de espectadores.

Desde os três anos de idade praticou ginástica de competição, e no momento de escolher a carreira a seguir, optou por pilotar aviões. Assim que entrou na aviação, aderiu logo à prática de acrobacia aérea, que considera o expoente máximo da aviação aliada ao esporte. Após praticar acrobacia em padrões mais básicos, passou por um período de aperfeiçoamento na Tutima Academy, centro de pilotagem gerenciado pelo veterano Sean Tucker.

Atualmente Diana faz shows aéreos, conferências, ministra instrução de voo e trabalha como piloto de Airbus A-320, em uma grande empresa internacional (Emirates).  E nas horas vagas, pratica tênis, mergulho, snowboard e bodyboard.

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Russian Flag   ELENA KLIMOVICH

Russian Aerobatics

Elena Klimovich nasceu em 1958 na cidade de Ivanovo, Russia. O primeiro voo de sua vida foi em um utilitário Yakovlev Yak-18A, no ano de 1978, mas começou propriamente a pilotar no Aeroclube de Moscou (DOSAAF/URSS), enquanto era aluna da Escola Técnica Superior de Moscou (depois renomeada como “Bauman”). Em 1982 foi convidada para participar de um acampamento para jovens pilotos da Equipe Acrobática da União Soviética, e viu despertar aí seu talento para essa atividade. Três anos mais tarde começou a participar de campeonatos de acrobacia que envolviam os países da URSS, conquistando logo um lugar no pódio. A partir daí, não parou mais.

Em 1988 participou pela primeira vez de um campeonato mundial, pilotando um Sukhoi 26. Em 1991 foi a primeira colocada no campeonato russo, e em 1994 foi campeã mundial na categoria Freestyle 4 minutos. Devido ao seu excelente desempenho, foi convidada a fazer parte da Breitling World Cup, na qual competiam apenas a elite mundial da acrobacia – pilotos como Peter Besenyei, Yurgis Kayris, Svetlana Kapanina, Patrick Paris, etc. Foi campeã mundial feminina em 2009, e campeã feminina européia em 2010 e 2012. Isso tirando as outras copas, campeonatos e taças, como, por exemplo, as competições russas, Copa Aerospeys Goodrich, Taça Betty Skelton, Copa Chkalov, etc … sem dúvida um currículo respeitável! Vale lembrar que, só das competições internacionais organizadas pela FAI, Elena Klimovich esteve presente em nada menos que 30 delas, de 1988 a 2012, e sempre nas categorias Ilimitada ou Freestyle.

Atualmente Elena pilota aeronaves Yakovlev Yak-18A, Yak-52, Yak-50, Yak-54, Yak-55, Yak-18T, Sukhoi Su-26, Su-29, Su-31, Extra, XtremeAir e CAP.

Deem uma olhada na precisão e naturalidade com que manobra o avião:

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Russian Flag      IRINA MARKOVA

via Irina Markova

via Irina Markova

Nasceu em Krasnoyarsk, na Sibéria (a 4.000 km a oeste de Moscou). Desde criança gostava de ler sobre aviões e pilotos, passando a ter desde então o desejo de poder voar. Aos 16 anos entrou para o aeroclube de sua cidade natal: durante o inverno rigoroso, estudava a parte teórica, e durante o verão fazia as aulas práticas. Após 4 anos de prática de voo, recebeu o prêmio “Master of Sports” e  passou a fazer parte da seleção acrobática da URSS. Na época os pilotos acrobáticos voavam gratuitamente, financiados pelo Estado – sem dúvida uma grande vantagem para um piloto de acrobacia! Porém, não era permitido viajar livremente para o exterior.

A partir de 1992, com o  fim da URSS, sobrevieram muitos problemas financeiros para todo o país, e Irina só voltaria a voar em 1998,  quando seus voos acrobáticos somavam de 10 a 15 horas por ano. Após esse período Irina passou a fazer parte da Patrouille Tranchant, uma esquadrilha baseada na França e formada unicamente por mulheres. Lá ela voa juntamente com Alla Chekalova, Sara Mozayeni  Bosworth, Kathy Arazo e Elena Novichkova. A persistência em voar trouxe mais recompensas, e devido à sua experiência em voos de esquadrilha, no ano de 2011 também foi convidada a fazer parte da esquadrilha acrobática do aeroclube “Piervoy Volet” (Primeiro Voo), baseada no aeroporto de Serpukhov, a cerca de 1 hora de carro ao sul de Moscou. Essa equipe acrobática russa é composta por três Yakovlevs Yak-52 e um Yak-54, e pertence a uma associação que possui vários outros aviões, e que tem por objetivo popularizar a aviação desportiva, fomentar o esporte aéreo, aprimorar a pilotagem e levar pessoas comuns para conhecer a sensação de voar. E é na esquadrilha desse aeroclube que Irina tem se destacado até hoje, participando de diversos eventos comemorativos na Russia e Ucrânia. Em voo ela ocupa a posição ‘ferrolho’ e faz o papel do piloto ‘isolado’, com belas manobras individuais no Yak-54.

Além de voar nas duas esquadrilhas, Irina também ministra instrução de voo e acrobacia, e faz voos panorâmicos na região de Moscou, no Aeroclube “Primeiro Voo”.

Banner da Patrouille Tranchant - via Irina Markova

Banner da Patrouille Tranchant – via Irina Markova

via Irina Markova

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Irina voando Yak-54 com a esquadrilha

Esquadrilha Piervoy Polet, durante o centenário da Força Aérea da Russia. O Yak-54 é pilotado por Irina.

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  french_flag1  KATHEL BOULANGER

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Tirou o brevê com 17 anos, e com 18 já pilotava profissionalmente. Aos 21 aos se tornou piloto de Boeing 737 na Air France, e logo começou a treinar acrobacias, num avião Cap-10 do “Aeroclube Languedoc-Roussillon”. Em 1999 foi campeã francesa, na categoria avião “biplace” (de dois lugares). Com o tempo, foi progredindo e passando a voar aviões ilimitados: Cap-231 EX, Cap-232, Sukhoi 31…foi então selecionada para fazer parte da Equipe da França, e  foi vice campeã mundial de acrobacia em 2007. Atualmente voa um Sbach 300 (XA-41), e faz parte da seleção “Free Flight World Masters“, uma competição de categoria Freestyle patrocinada pela Hamilton.

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Sbach 300 de Kathel Boulanger. Foto: http://www.freeflight-wm.com

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 usa MELISSA PEMBERTON

Foto: Clark Cook

Foto: Clark Cook

Nasceu em Pittsburgh, na Pensilvânia, em 1984. Desde criança foi ‘iniciada’ nos voos acrobáticos por intermédio de sua avó, que pilotava um Cessna 150 Aerobat. Aprendeu a pilotar, e, recém brevetada, foi com seu avião visitar a feira de Oshkosh, onde conheceu o programa “Stars of Tomorrow” (Estrelas de Amanhã), patrocinado por Sean Tucker e Mike Goulian. Eles eram mentores desse grupo, destinado a preparar e apresentar ao público novos talentos de acrobacia aérea.

Inspirada, Melissa voltou para casa com a determinação de aprender acrobacia de competição, e logo começou a treinar com um general reformado da USAF. Pouco depois, passou a treinar com os pilotos Sergei Boriak e Wayne Handley, e em menos de um ano Melissa chegou aos podiuns dos campeonatos nacionais americanos, na categoria Avançada, voando Pitts S-2C: conquistou o 1º lugar no programa desconhecido, 2º lugar no programa conhecido, e 3º na Freestyle.

Após obter esses resultados, começou também a fazer demonstrações aéreas, e em 26 de outubro de 2004, Sean Tucker convidou-a para ser um dos três pilotos escolhidos para as “Stars of Tomorrow 2005”. E a partir de 2006, passou a competir na categoria Ilimitada com um novo avião, o Edge-540, sendo a mais jovem membro da equipe. Hoje, dez anos depois daquela visita a Oshkosh, Melissa é uma grande estrela de shows aéreos, onde combina manobras giroscópicas com acrobacia de precisão, e costuma realizar demonstrações não só nos EUA, mas em diversos países do mundo. Modesta, ela afirma que nunca teria conseguido chegar onde chegou se não fossem seus mentores, e, seguindo o exemplo de sua avó, quer também contagiar outras pessoas com a paixão pelo voo: com isso, passou também a dar instrução.

Para saber mais: www.sportsgal.com

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 brasil  MONICA EDO

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Monica começou sua carreira como paraquedista aos 16 anos de idade, tendo realizado o primeiro salto em 1978. Em 1983, na cidade de Lençóis Paulista, conheceu um dos principais impulsionadores de show aéreo na história brasileira, o comandante Carlos Edo, com quem se casaria mais tarde. Logo os dois iniciaram (e mantém até hoje) um “Circo Aéreo”, que é constituído por uma esquadrilha de aviões e uma equipe de paraquedismo, com os quais participaram de inúmeros eventos aéreos nos últimos 30 anos, além terem filmado diversas propagandas de TV e até mesmo cenas de uma novela. Esse “circo aéreo” foi a primeira equipe civil no país a ser formalmente autorizada pela autoridade aeronáutica a fazer voos em formação, abrindo assim espaço para outras esquadrilhas no Brasil.

Monica brevetou-se no aeroclube de Joinville, no ano de 1990, e no ano de 2006 passou a voar solo nos aviões North American T-6 (que foram treinadores militares da Segunda Guerra mundial, e que são utilizados em demonstrações aéreas pela sua equipe, inclusive com voos em formação). Atualmente, ela já conta com cerca de 200 horas de voo nesse modelo de avião, incluindo cerca de 30 demonstrações voando em ala e fazendo acrobacias pelos céus do Brasil.

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 usa   PATTY WAGSTAFF

Divulgação

pattywagstaff.com

Patty nasceu nos EUA e aos nove anos de idade mudou-se para o Japão, onde cresceu em um mundo cercado aviões: seu pai era piloto na Japan Airlines, e suas primeiras memórias remontam a ocasiões em que estava sentada com ele no comando dos aviões. Aos dez anos de idade, quando seu pai deixou-a assumir os controles de seu DC-6, seu longo caso de amor com os aviões começara.

Do Japão sua vida foi tomando o rumo de outros lugares: sudeste asiático, Europa e Australia, onde ela viveu e trabalhou em um pequeno barco. Em 1979 mudou-se para o Alaska, onde trabalhou para a Bristol Bay Native Association.

A primeira experiência de Patty com o voo em áreas florestais não foi boa: o avião fretado por ela caiu logo no primeiro voo. Então ela decidiu aprender a pilotar, e contratou um amigo, que mais tarde se tornaria seu marido, para acompanhá-la em seu Cessna 185 anfíbio. Desde então, ela obteve todas as outras qualificações de pilotagem (voo por instrumento, piloto comercial, etc).

Embora nunca houvesse presenciado uma demonstração de acrobacia, sua curiosidade a levou a assistir  um show aéreo em 1983. Após ver as manobras dos pilotos, disse para si mesma: “Também posso fazer isso!” E cinco anos depois de se brevetar, ela ganhou um lugar na equipe acrobática dos USA, terminando por ser a primeira mulher a ganhar o título de campeã nacional de acrobacia dos EUA, e uma das poucas pessoas a ganhar três vezes.

A habilidade de Patty é baseada em anos de treinamento e experiência. Em 1994 foi o ganhadora do Prêmio National Air and Space Museum,  e dez anos depois, Patty foi incluída no “Hall da Fama da Aviação”.

Patty já treinou acrobacia com a equipe russa e participou de competições em todo o mundo.

Foi piloto de demonstração do avião T6A/B Texan II, da Raytheon (agora Hawker Beechcraft). Também já deu formação acrobática e de segurança para pilotos do Serviço de Proteção à Vida Selvagem do Quênia (KWS), que trabalham vigiando elefantes, rinocerontes e outros animais contra atividades de caçadores. Recentemente, Patty também voou em missões anti-incêndio na Califórnia.

Atualmente reside em  St. Augustine, na Flórida, e permanece com suas atividades de show aéreo (www.pattywagstaff.com).

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Russian Flag    SVETLANA KAPANINA

Svetlana Kapanina

Svetlana Kapanina nasceu em 1968, em Schuchinsk Kokchetav (região do Cazaquistão, antiga URSS). Seu pai era taxista e praticante de esportes, e a mãe cuidava da casa e dos outros dois irmãos. Após o colegial, Svetlana foi para uma escola de Farmácia na cidade de Tselinograd, de onde, das janelas do dormitório, ela ficava apreciando os voos de planadores e saltos de paraquedistas. Isso foi atraindo-a para esse esporte – chegou inclusive a reunir as amigas para ir até o aeroporto tentar saltar, mas, quando elas já estavam no aeroporto, alguns professores deram falta delas e foram buscá-las, impedindo o grupo de realizar a façanha.

Após se tornar farmacêutica, Svetlana foi morar em outra cidade, onde havia um aeroclube. Sem tardar se inscreveu para o curso de pilotagem. Fez as aulas teóricas, e logo começou a praticar o voo, e em pouco tempo seus instrutores perceberam se tratar de uma pessoa especialmente talentosa. Levaram-na para fazer um voo acrobático, algo que não era comum para iniciantes, pois costumava assustar. Segundo ela, foi paixão à primeira vista, e esse voo determinou todo o seu futuro…. Em pouco tempo, ela já estava voando acrobacia de forma frequente, com a oposição da familia – ela relata inclusive que ouviu da mãe a típica frase “se continuar fazendo isso, não é mais minha filha”. Mas em questão de dias a mãe se conformou, e Svetlana se tornava a cada dia uma acrobata mais aprimorada, com a supervisão do piloto Leonid Abramovich. Ela relata que na fase de treinamento passou raiva, chorou, teve alegrias, e sobretudo fortaleceu uma firme vontade de se tornar vencedora.

 Desde 1991, Svetlana tornou-se membro da equipe nacional russa de acrobacias, e com isso guardou para sempre uma especial gratidão pelos treinadores que a prepararam. Em 1993, partiu para sua primeira competição internacional – o Campeonato Europeu da FAI, e, devido ao talento de voo somado à beleza física, ficou conhecida pelo título de ‘Anjo Siberiano’, certamente arrancando suspiros de muitos pilotos. A partir daí, as competições se tornaram uma atividade frequente – várias vezes por ano, e há mais de 20 anos. Recebeu quase 40 medalhas de ouro, foi 6 vezes campeã mundial, e por duas vezes campeã do “World Air Games”. Desde o ano 2000 passou a trabalhar na empresa “Sukhoi”, fabricante de aviões militares e civis, e vive em Moscou com o marido e dois filhos, permanecendo voando acrobacias em aviões Sukhoi 26 e Sukhoi 31.

O piloto brasileiro Luiz Guilherme Richieri e Svetlana Kapanina, no campeonato mundial da Eslováquia, 1998

Da esquerda para a direita: o piloto brasileiro Luiz G. Richieri, Svetlana Kapanina e Julio Cesar, no campeonato mundial da Eslováquia, 1998

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Essas foram as dez selecionadas conforme o tempo e o espaço disponível, mas evidentemente existem muitas outras mulheres acrobatas, que futuramente poderão ter suas histórias narradas aqui também. Nesse momento me vem à cabeça os nomes de Linda Meyers, Julie Clark, Marina Deluqui, Terezinha Bertolini, Aide Romero – mulheres que também já pilotaram acrobacia aérea. E também tenho que mencionar aqui o nome da Patricia Ramanauskas, uma jovem gaúcha que está começando a trilhar esse caminho sob os auspícios do grande Cmte. Machado!

Agradecimentos especiais a Elena Klimovich, Irina Markova e Monica Edo.

Por Plinio D. Lins

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